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Patrimônio Cultural

Cartilha do Patrimônio Cultural

por SECOM/PMI

02/01/2013 10:24

     
 
Estação Memória Zeza Souto (Decreto 1442 de 30/12/1981)
A Estação Ferroviária foi construída em 1930 para substituir a Estação Pedra Mole. Além de favorecer o escoamento do carvão vegetal produzido na região, propiciava o transporte de passageiros e da pequena produção agrícola local. Foi desativada em 1951 e restaurada a partir de 1991. Oficialmente inaugurada em 28 de dezembro de 1992, passou a abrigar atividades culturais e atualmente guarda documentos importantes sobre a história da cidade. 
End.: Rua Belo Horizonte, 272, Centro
 
  Pontilhão de Ferro (Decreto 3578 de 03/09/1996)
Ponte metálica em treliça, construída em 1930 para permitir a passagem do trem. Em 1986 foi adaptada para tráfego de veículos, tornando-se o principal elo de ligação entre o centro da cidade e o bairro Veneza. A partir do Projeto “Novo Centro” foi substituída por uma ponte de concreto e utilizada apenas para passagem de pedestres.
End.: Rua Belo Horizonte, Centro (ligação Centro e Veneza, próximo ao nº 472)
 
  Casa dos Ferroviários (Decreto 3577 de 03/09/1996)
A Companhia Vale construiu, na década de 30, um conjunto habitacional de 4 casas para atender aos funcionários da Estação Ferroviária Ipatinga,  localizada no centro da cidade. Estas edificações serviram de moradia para os ferroviários da empresa Vale até 1951.  Entre estas casas, as de números 270 e 282 foram tombadas pelo Patrimônio Histórico e atualmente são ocupadas por pessoas com atividades profissionais diversificadas. 
End.: Av. Londrina, 270 e nº 282, Veneza II
 
 
Estação Pouso de Água Limpa (Lei 1727 de 04/11/1999)
Este complexo situa-se à margem direita do Ribeirão Ipanema e é constituído pela Locomotiva "Maria Fumaça", pela Estrada de Ferro Caminho das Águas (com 2,6 Km de extensão) e por uma réplica de estação ferroviária denominada Estação Pouso de Água Limpa. A locomotiva a vapor, de origem alemã, foi construída em 1937, utiliza combustível a lenha e bagaço de cana. Inaugurada em 12 de junho de 1999, busca proporcionar à população a vivência de parte dos costumes do início da ocupação do município.
End.: Margem direita do Ribeirão Ipanema, s/nº, Novo Centro
 
 
Parque Ipanema (Lei 1763 de 24/03/2000)
A ideia de construir em Ipatinga um parque de lazer de grande dimensão surgiu a partir de um projeto de urbanização da Região do Aço. Em 1978 iniciaram-se os estudos para sua implantação. Teve suas obras retomadas e concluídas pela Prefeitura de Ipatinga na década de 90. O Parque Ipanema possui em seus jardins várias espécies originárias da Mata Atlântica. Projetada pelo paisagista Roberto Burle Marx, é a maior área verde urbana de Minas Gerais, com 1 milhão de metros quadrados.
End.: Av. Roberto Burle Marx, s/nº, Novo Cruzeiro
 
 
Árvore Ipê Peroba (Decreto 3574 de 03/09/1996)
Espécie natural da mata nativa regional anterior ao processo de urbanização. Encontra-se em uma praça construída com a participação da comunidade do Bairro Jardim Panorama, em parceria com a Prefeitura. É tradicional ponto de referência e espaço de lazer do bairro.
End.: Rua Serra Estrela, esquina com Rua Aracaju, Jardim Panorama
 
 
Fazendinha (Decreto 3576 de 03/09/1996)
Antiga sede da “Fazenda do Barbeiro”, cuja construção remonta a uma época anterior à Ipatinga industrial. Passou a ser chamada “Fazendinha” e, nos anos 60, aparece como um dos cenários do conhecido Massacre de Ipatinga. Conta-se que neste lugar guardavam-se armas e tanques de guerra usados pelas autoridades de segurança.
End.: Av. José Júlio da Costa, 2.835, Ferroviários
 
 
Academia Olguin (Lei 1764 de 24/03/2000)
Construído inicialmente com a finalidade ser um restaurante para funcionários, o prédio foi cedido pela USIMINAS ao casal Zélia de Souza Olguin e Mathias Alberto Olguin, que passou a ministrar aulas de dança e caratê na década de 70. Este espaço foi palco da iniciação de muitos que se destacaram na área cultural, em nossa região.
End.: Rua Ipê, 763, Santa Mônica (Horto)
 
 
Igreja Católica Nossa Senhora da Esperança (Decreto 1443 de 30/12/1981)
Primeiro templo católico construído em bairros projetados pela Usiminas, na década de 50, a área foi idealizada para abrigar o centro da cidade, hoje Bairro Horto. Situa-se no entorno da atual Praça Engenheiro Carlos Jacinto Prates e foi construída em madeiras originadas das matas locais. Guarda em seu interior imagens e objetos também em madeira e de notado valor artístico, com arquitetura que lembra os acampamentos operários do início das obras da Usina. 
End.: Av. Castelo Branco, 689, Horto
 
 
Árvore Ficus Elástica (Decreto 2662/1990)
A figueira (Ficus Elástica) localiza-se no Cariru e já estaria no lugar, antes da construção do bairro que abrigaria funcionários da Usiminas. Referência para a comunidade, nos anos 80 surgiu a possibilidade de sua derrubada, mas os moradores se mobilizaram e impediram tal iniciativa.
End.: Av. Japão, esquina com Rua Nicarágua, Cariru
 
 
Teatro Zélia Olguin (Lei 1765 de 24/03/2000)
O teatro foi construído em 1994 pela Usiminas (Instituto Cultural Usiminas) no local da antiga capela do Colégio São Francisco, com capacidade para 230 espectadores. Seu nome é em homenagem à bailarina Zélia Olguin, que trouxe para a região significativa contribuição cultural.
End.: Av. Itália, 1.890, Cariru
 
 
Grande Hotel Ipatinga (Lei 1762 de 24/03/2000)
O Grande Hotel Ipatinga foi projetado pelo arquiteto Rafael Hardy e fez parte da infra-estrutura montada pela Usiminas, para receber funcionários e empreendedores do mercado siderúrgico. Teve sua obra iniciada em 1959 e concluída em 1961. Representa um dos marcos do processo de industrialização da cidade. 
End.: Rua Antares, 950, Castelo
 
 
Ruínas da Estação Pedra Mole (Decreto 3575 de 03/09/1996)
A Estação Ferroviária de Pedra Mole teve sua fundação em 1º de agosto de 1922, às margens do Rio Piracicaba, entre os bairros Cariru e Castelo. O terreno onde a estação foi erguida possuía rochas de calcário que se quebravam com facilidade, popularmente chamadas de “pedra mole”. Suas ruínas conservam parte da edificação. Projetada pelo engenheiro Pedro Nolasco, com grandes dificuldades, entre elas a presença do mosquito transmissor da febre maleita, responsável pela morte de muitos homens que ali trabalharam.
End.: Às margens do Rio Piracicaba, entre os bairros Castelo e Cariru (acesso pela Av. Itália)
 
 
Igreja Católica São Vicente de Paula - Igreja do Ipaneminha (Decreto 3580 de 03/09/1996)
Construída em pau-a-pique (pedra e madeira), a igreja substituiu uma capela improvisada que havia no local até o início da década de 50. Possui coro e campanário, com arquitetura típica do período colonial. Dedicada a São Vicente de Paula e abrigando imagens de reconhecido valor histórico, a igrejinha marca a sede de uma das mais antigas comunidades rurais de Ipatinga. 
End.: Povoado do Ipaneminha
 
 
Clube Dançante Nossa Senhora do Rosário (Decreto 3579 de 03/09/1996)
Sede do Congado do Ipaneminha, fundado em 1925 por José Gonçalves de Almeida, onde os congadeiros se reúnem para as festas de Nossa Senhora do Rosário e do Divino. O Congado do Ipaneminha, tradição cultivada por afro-descendentes, tem sua origem ligada aos tropeiros procedentes da cidade do Serro, passando por Ferros, Joanésia, Mesquita, Santana do Paraíso e Ipaneminha, nas primeiras décadas do século XX.
End.: Povoado do Ipaneminha
 
 
Maciço de Pedra Branca (Edital de Tombamento 13/04/2003)
O conjunto natural e paisagístico de Pedra Branca – Maciço de Pedra Branca é constituído por uma área de aproximadamente 3,6 Km, no bairro de mesmo nome. Abrange uma série de pequenas propriedades com atributos paisagísticos preservados, inclusive matas nativas e regiões de matas ciliares.  Neste conjunto natural apresenta-se uma formação geológica correspondente a um morro do tipo “Pão de Açúcar”, desenvolvido em rochas graníticas, conhecido como Maciço de Pedra Branca. 
End.: Bairro Pedra Branca, área rural
 

 



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